quinta-feira, 23 de abril de 2009

Como assim é de papel?


Esculturas em papel, acredite se quiser!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Assis...

Este é o nosso Assis de Assis, porém ele é o famoso Assis de Embu ...saudades!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Novidade para quem quer expor na feira de Embu das Artes


Novos Expositores

De 13 a 30 de Abril, a Secretaria de Turismo receberá incrições para novos expositores da Feira de Embu das Artes para os segmentos de artes plásticas, verde, artesanatos, antiguidades, manisfestações culturais, cultura e tradições. Os interessados podem inscrever-se nas praças de atendimento da prefeitura, das 9 às 16:00 horas . É necessário apresentar original do documento de identidade e três fotos dos trabalhos que pretendem expor. Mais informações pelo telefone: (11)4704-6565.

Locais para inscrições:
Prefeitura da Estância Turística de Embu das Artes
Rua Andronico dos Prazeres Gonçalves, 114, Centro de Embu

História de M'Boy, Hoje Embu das Artes


Condensar a história de Embu das Artes, este mundialmente conhecido município da Região Metropolitana de São Paulo, não é nossa intenção, mas podemos escrever e refletir, sem tanta pretensão, sobre como essa história começou e como essa terra, chamada de “Terra das Artes”, pôde, com o tempo, reunir uma diversidade cultural e artística que nos remete aos mais longínquos cantos do Brasil e do Mundo. O Embu possui inúmeras galerias de arte, com trabalhos de diversas partes do país e, com artistas que utilizam diversos tipos de materiais para criar e recriar sua Arte. Arte que conta e reconta a própria vida humana, em seus mais diversos aspectos, passados, ou mesmo futuros, pois para a Arte, não há limites.


M´Boy, assim você nasceu...

Estudos históricos afirmam que o município de Embu foi fundado pelos jesuítas que aqui chegaram em 1554, logo após a fundação de São Paulo. E mais surpreendente, em uma de suas cartas, o padre José de Anchieta já revelava ter conhecimento da existência de uma pequena aldeia que seria a “Vila de M´Boy”.
O significado da palavra M´Boy, segundo alguns intérpretes, quer dizer “cobra grande, hostil”, palavra que pode ter sido motivada pela existência de muitas cobras na região.
Outros afirmam que pode significar “coisa montanhosa, penhascos, agrupamento de montes”, em função dos acidentes geográficos da área.
Uma variação do nome M´Boy é Aldeia de Bohi (como era chamada inicialmente), a data de sua fundação mais provável é a de 18 de Julho de 1554.
Os jesuítas tinham a intenção de fazer com que os índios deixassem seus costumes e aceitassem a religião católica e resolveram avançar pelos sertões para chegarem até onde hoje está o Paraguai, e assim trazerem os índios guaranis, que haviam demonstrado docilidade.
Havia ainda a aldeia de Maniçoba, de onde os jesuítas foram expulsos pelos índios tapuias e tupiniquins.
Assim foram obrigados, ao voltar da peregrinação, a se deslocarem à Aldeia de Bohi, como ainda era chamada a Vila de M´Boy.
Havia quem a chamasse ainda de Aldeia dos Reis Magos.
Quando eles chegaram, instalaram a primitiva Igreja Nossa Senhora do Rosário.
No ano de 1624, Fernão Dias e Catarina Camacha fariam uma escritura de doação de sua fazenda “M´Boy” pelo tabelião Simão Borges Cerqueira.
Domingos Luiz Grou aparece como sendo um dos primeiros proprietários de Embu.
Parte destas terras foi passada para Fernão Dias Paes, conhecido como “Moço”, que era sobrinho do bandeirante Fernão Dias, o “Velho Caçador de Esmeraldas”.
Quando Fernão Dias morreu, Catarina Camacha, sua mulher, ratificou essa doação à Companhia de Jesus dizendo que, além das terras entregava também aos jesuítas os índios que trouxe do sertão, para que também fossem evangelizados.
Pediu também aos padres da Igreja de Nossa Senhora do Carmo que desistissem de todas as suas investidas contra a Companhia de Jesus por aquelas terras de M´Boy.
Para os jesuítas foi doada a Fazenda de M´Boy, com a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.
A história, por vezes, atribuiu ao padre Belchior de Pontes a fundação de Embu, porém, isso não poderia ter havido, uma vez que o padre nasceu em 1644, noventa anos depois dos primeiros jesuítas chegarem à região.


Os primeiros artistas de Embu...
Sem dúvida foram os padres jesuítas e os índios guaranis, suas mãos marcaram para sempre a vocação da cidade, seja na arquitetura da Igreja, na escultura dos santos de madeira, nas pinturas ou no entalhamento.
Começaram a aparecer encomendas de santos aos padres e é provável que essa tradição tenha se mantido entre os poucos habitantes da vila durante o século XIV e o início do século XX.
A tradição que o padre Belchior de Pontes deixou, com a criação da Virgem do Rosário, obra feita por ele, em estilo barroco em 1719, estimulou seus sucessores, os índios, que trabalharam nas imagens de Santo Inácio, Santa Catarina e São Francisco Xavier, além dos ornamentos e entalhes internos da Igreja.
Em 1759, quando o Marquês de Pombal expulsa os jesuítas de todas as colônias portuguesas, chega em Embu o padre Macaré, que esculpe, com a ajuda dos guaranis (carijós), as imagens de Nossa Senhora dos Passos, Nossa Senhora das Dores e Os Doze Apóstolos.


Um atentado à História...
Os 27 anos de administração do Marquês de Pombal no Brasil (1750-1777) aniquilaram a memória e o patrimônio dos jesuítas no Brasil.
Ao decidir expulsar a Companhia de Jesus, em 1759, de Portugal e suas colônias, Pombal ordenou que os documentos e quaisquer registros fossem destruídos. Assim começa a desconstrução da história de Embu, riquíssima, intrigante, extensa e apaixonante. A partir de então M´Boy se resumiu à atividade agrícola, um pequeno comércio e fabricantes de aguardente.
Em 1930 instalaram-se no Distrito de M´Boy os primeiros integrantes de uma numerosa colônia japonesa. Através do Instituto Prático Agrícola, eles davam suporte para os agricultores do bairro da Ressaca e foram, mais tarde, responsáveis pela tradição do cultivo de plantas e flores em Embu.
Em 1938, Mário de Andrade, aproveitando-se da nomeação pelo Ministério da Educação, para Delegado do Estado de São Paulo, tratou de adiantar o processo de tombamento da obra jesuítica em Embu, um dos primeiros do território paulista.


Caminhando para a Emancipação de Embu
No início do século XIX, a Aldeia de M´Boy vivia um período de franca decadência, visível no vaivém de denominações oficiais que ocorreram entre 1779 e 1880. Em 1779, passou a ser “Freguesia”, ou seja tinha uma capela administrada em caráter permanente por um pároco que era mantido graças aos donativos dos moradores. No entanto, volta a ser “Aldeia” por um Decreto de 1832. Nova lei lhe devolve a condição de “Freguesia” em 1841. Logo perde essa condição, que recupera em 1869.
Volta, porém à condição de “Aldeia” e recupera em definitivo a denominação de “Freguesia” em 1880, tornando-se Distrito de M´Boy novamente em 1939.


M´Boy vira Embu
Um Distrito de paz, assim foi M´Boy de 1939 até 1943. Um Decreto-lei muda o seu nome de M´Boy para Embu (sem acento no “u”, que aliás muitos ainda insistem em apregoar), seguindo as regras de acentuação da língua portuguesa.
Dom Duarte de Leopoldo e Silva, Arcebispo de São Paulo, determinou a primeira recuperação da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Nos anos de 1939 a 1940, o conjunto jesuítico, que compreende a Igreja e a residência dos jesuítas, foi considerado Patrimônio Nacional e restaurado pelo SPHAN que hoje é denominado Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Para que Embu fosse uma cidade “livre”, com direito a ser governado independentemente, desligando-se de Itapecerica, nossa “cidade-mãe”, foi criada a Associação Cívica de Embu.


Embu se desliga de Itapecerica
Em 17 de março de 1958, na casa do Dr. Carlos Koch, na Rua Projetada (hoje Rua da Emancipação, 125), reuniram-se, além dele, Horácio Wolf, Gastão Santana de Moraes Gonçalves, João Salvador Silva, Hideo Degaki, Hélio Santana, Pedro Cândido dos Santos, João de Moraes, Antônio Batista Medina, João Batista Medina Filho, Manoel Batista Medina (Sr. Néi), Joaquim Salvador Silva, Annis Neme Bassith, Indalécio do Espírito Santo Gonçalves, Isaltino Victor de Moraes, Afonso Carpi, José Marreiro, Agostinho Marreiro, Alberto dos Santos Jacob e Heliodora Pescuma Koch, para formalizar a emancipação.
A Associação Cívica de Embu inicia uma forte campanha pela emancipação com apoio e orientação do Professor Doutor Cândido Motta Filho.
É realizado o plebiscito no dia 21 de novembro de 1958. Annis Neme Bassith, Raphael Games Cadenete, Santiago Games Robles e Dr. Carlos Koch tudo fizeram para que o plebiscito fosse um sucesso. A emancipação é apoiada pela maioria dos embuenses.
Em 18 de fevereiro de 1959, é criado o município de Embu, desmembrado de Itapecerica e Cotia.
Em 1964, o bairro de Itatuba, até então pertencente ao município de Cotia, é anexado a Embu.
Embu hoje tem cerca de 250 mil habitantes constituídos de uma vasta miscigenação entre índios, brancos e negros. Aqui também se instalaram muitos imigrantes vindo de várias partes do mundo, Japão, Alemanha, África. Além de muitas pessoas vindas de outros estados, sobretudo, dos estados do Nordeste brasileiro.
Como em todo o país, é possível notar também ainda muitos problemas, a existência de “dois Embus”, um está na parte periférica da cidade, e outro, mais ao centro, ambos refletem ainda a grande desigualdade social de nosso Brasil e que devemos ajudar a mudar a cada dia.
Mas para Embu, que tem em sua história tantas lutas, batalhas e conquistas esse também é um grande desafio: uma vida melhor para todos.
Foram prefeitos de Embu, a partir de sua emancipação:
• Annis Nemes Bassith
por dois mandatos, 1960-1963, voltando em 1969-1972;
• Joaquim Mathias de Moraes
por três mandatos, 1964—1968, 1977-1982 e 1989-1992;
• Oscar Yazbek, por duas vezes, 1973-1976 e 1997-2000;
• Nivaldo Orlandi, foi prefeito de 1983-1988;
• Geraldo Puccini, 1993-1996;
• Geraldo Leite da Cruz
por dois mandatos, 2000-2004, voltando em 2005-2008;

Conteúdo pesquisado nos livros:
“Embu - Terra das Artes, Berço de Tradições”, de Moacyr de Faria Jordão, 1972
e “Embu – Aldeia de M´Boy”, de Raquel Trindade, 2003 e adaptado pela redação de
www.diariodeembu.com.br

Como chegar na Estâcia Turística de Embu das Artes


Visualizar 30 - Patrimônio Histórico: Embu das Artes em um mapa maior

Como chegar na Estâcia Turística de Embu das Artes

Embu das Artes fica a 30 minutos do centro de São Paulo, a melhor via de acesso ao município é a Rodovia Régis Bittencourt (BR 116), que você pode pegar a partir da Marginal Pinheiros, em São Paulo, pela Rodovia Raposo Tavares/ Rodoanel ou também pela Avenida Francisco Morato.

De Metrô ou ônibus:


Na estação Campo Limpo, da linha 5 - Lilás (Capão redondo – Santo Amaro) do metrô, sai o ônibus intermunicipal com o letreiro EMBU CENTRO que vai até o centro de Embu das Artes.

Já na Avenida Cruzeiro do Sul, ao lado da Rodoviária do Tietê, sai o ônibus executivo EMBU/ENGENHO VELHO.

De Pinheiros, no Largo da Batata, saem os ônibus da companhia Soamin (EMTU/SP) com o letreiro EMBU ENGENHO VELHO.

O ônibus executivo da Soamin (EMTU/SP) que sai do Anhangabaú no Centro de São Paulo, com o letreiro EMBU DAS ARTES, também leva você ao ponto mais próximo da Feira de Artes.

Telefones:
DIVTRAN Embu: (11) 4785-3639 - 4781-1841
Metrô - Estação Campo Limpo: 0800 055 0121
Empresa Soamin: (11) 4667 1423
Rodoviária Tietê: (11) 3235-0322

Aniversário de 40 anos da Feira de Embu das Artes













Para comemorar a data e resgatar a história do início da Feira, criada oficialmente em 31 de janeiro de 1969, depois do 1º Salão de Artes Plásticas de Embu em 1964, o Governo Municipal da Cidade de Embu das Artes, através da Secretaria de Turismo, tem a honra de convidar-lhe para participar da 1ª etapa das festividades que acontecerão ao longo do ano. O evento é uma iniciativa do artista plástico Paulo Dud.

Venha reviver o início de um dos principais movimentos artístico-culturais reconhecido nacional e internacionalmente, e conhecer a arte de Embu no tempo dos hippies, a revolução dos costumes, a criatividade e a contestação dos anos 60 e 70.

A Exposição Comemorativa aos 40 anos da Feira contará com depoimentos, fotos, reportagens, livros, poesias, artesanato, quadros e esculturas, além de homenagear artistas remanescentes e saudosos, como Aurino Bonfim, Ana Moisés, Antenor Vaz, Assis do Embu, Azteca, Cássio M’Boy, Cristo, Dulphos, Dunga, Fernando Madalena, Gondin, Irmãos Caetano, Jaldo Jones, Joel Câmara, José Agripino de Paula, Luzia Caetano, Marrey Luiz Peres, Mestre Gama, Mestre Pracilio, Mestre Sakai, Milton Jorge, Nilton Andrade, Oca, Olavo Camp’s, Paulo Jóia, Potiguar, Raquel Trindade, Rivellini, Solano Trindade, Takebayashi, Tônia do Embu, Tupari, Vicente de Paula, Walde-Mar, Wanderlei Ciuffi, Waldomiro de Deus, Walter Senna, Zé Figueiredo, entre outros.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Sejam Bem vindos A Nossa Casa do Artesão Embu








A Casa do artesão é uma
associação vinculada a Incubadora de Cooperativas de Embu das
Artes.

Hoje, com mais de 70
cooperados, possui espaço próprio para a exposição e venda dos trabalhos
artesanais e futuramente realização de oficinas e cursos, entre outras
atividades de integração.


A Casa do Artesão tem por
objetivo dar apoio, recuperar a criatividade e contribuir para a qualidade e
aperfeiçoamente do artesanato local.


A verdade é que
ninguém mais precisa esperar o domingo para apreciar ou adquirir o
verdadeiro
artesanato de Embu das Artes, basta ir até a Casa do Artesão de
quarta a
domingo.

Historiacamente, sabe-se que
os índios e jesuítas, primeiros habitantes de Embu, eram artesãos primorosos
e a
alcunha de terra das artes foi construida sobre essa fundação, depois
enriquecida pelos artesãos e artistas que se instalaram na cidade na década
de
60 e criaram a Feira de Embu das Artes.

A Casa do Artesão
pretende refletir essa hitória.


Qualquer pessoa
principalmente morador de Embu e Região, pode associar-se a Casa do Artesão
assumindo uma pequena taxa simbólica para a manutenção da
Associação.

Agora você que também exerce
trabalhos artesanais, este é um blog especialmente elaborado para
você interagir conosco e expor suas idéias e
criatividades....

então...SEJAM BEM VINDOS/
WELCOME / BIEN VENIDOS!!!

Brincarte

Brincarte
brinquedos educacionais de madeira

A Casa

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